Olá!
Desculpem, eu acabei por descobrir um outro site, que é dedicado unicamente a histórias que são escritas por amadores! E decidi colocar lá a minha história "Uma Nova Experiencia". Já publicei mais 4 capítulos neste site!!
Vou dar o site Wattpad.
Podem votar, comentar e partilhar!
Espero que gostem e que continuem com vontade de ler a história até ao fim! ;D
Espero por vocês!
As minhas histórias...
segunda-feira, 14 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Desculpem...
Olá!! Já há muito tempo que não venho ao meu blogue e que não publico um capítulo novo... peço imensas desculpas! Mas eu agora estou num curso profissional de técnico de turismo e é muito cansativo e ocupa muito tempo do meu tempo.
Mas estou a tentar escrever um pouco, o 13º Capítulo de Uma Nova Experiência, sempre que posso. Eu sei que esta é a desculpa mais usada "escola", mas se forem ver bem é verdade!
Como já puderam ver ainda não acabei e ainda mal comecei o capítulo...
Espero que ainda queiram ler o resto da história e eu prometo esforçar-me para acabar cada capítulo!
Espero que esteja todo bem com vocês e que tenham uma boa leitura neste e noutros blogues.
P.S. E em breve vou fazer uma revisão dos erros que foram feitos nos capítulos anteriores.
Mas estou a tentar escrever um pouco, o 13º Capítulo de Uma Nova Experiência, sempre que posso. Eu sei que esta é a desculpa mais usada "escola", mas se forem ver bem é verdade!
Como já puderam ver ainda não acabei e ainda mal comecei o capítulo...
Espero que ainda queiram ler o resto da história e eu prometo esforçar-me para acabar cada capítulo!
Espero que esteja todo bem com vocês e que tenham uma boa leitura neste e noutros blogues.
P.S. E em breve vou fazer uma revisão dos erros que foram feitos nos capítulos anteriores.
sábado, 27 de outubro de 2012
Uma Nova Experiência
12º Capítulo
Não conseguia
dormir, não tinha sono. Reparei que não era a única a não conseguir dormir.
Conseguia ouvir o Diogo a remexer-se na cama e a suspirar de raiva por não
conseguir adormecer.
-Também não consegues dormir? – perguntei.
-Também não consegues dormir? – perguntei.
-Não é isso. Eu tenho sono, só que eu
não devia sentir sono, sou um vampiro!
-Pois… então eu deveria preocupar-me
por também ter sono?
-Não, tu és meio-vampiro é normal que tenhas de dormir… Eu é que me devo preocupar…!
-Ok… Então achas que já está tudo bem entre nós? - perguntei.
-Não, tu és meio-vampiro é normal que tenhas de dormir… Eu é que me devo preocupar…!
-Ok… Então achas que já está tudo bem entre nós? - perguntei.
-Acho
que sim… Vai demorar algum tempo até voltarmos a ser como antes…
-Sim…
-Desculpa, por aquilo do “rapto”, do Pedro, da perseguição… - desculpou-se.
-Não faz mal. Já não importa, pelo menos tanto como antes não… já é passado temos de pôr isso para trás das costas… - sosseguei-o.
-Sim…
-Desculpa, por aquilo do “rapto”, do Pedro, da perseguição… - desculpou-se.
-Não faz mal. Já não importa, pelo menos tanto como antes não… já é passado temos de pôr isso para trás das costas… - sosseguei-o.
-Como é que consegues falar assim?
-Não consigo, eu simplesmente tento
fingir que consigo…
-Para quê? – perguntou.
-Para que te pudesse sossegar ou
acalmar-te. – respondi.
-Porquê? O que eu te fiz não se pode perdoar assim!
-Porquê? O que eu te fiz não se pode perdoar assim!
-Porque és o meu melhor amigo… e
porque eu não te quero ver ainda mais magoado… - disse.
Ficamos calados por um momento, eu
levantei-me e fui até ao lado onde estava o Diogo e não se tinha apercebido…
- Olha…
Parou de falar a olhar-me a entrar na
cama dele.
-Não quero que te sintas sozinho. – e
abracei-o – e eu quero estar ao teu lado…para sempre. - e dei-lhe um beijo na
cara.
Ele abraça-me também e acabamos por
ficar assim a noite inteira.
Acordei com um arrepio na cara, era
por causa do nariz do Diogo estava gelado, olhei para ele e pensei para mim que
se calhar eu também estava apaixonada por ele… se calhar nunca foi pelo Pedro
mas pelo Diogo… ele sempre foram muito parecidos, e se calhar eu tinha medo de
me apaixonar pelo Diogo por causa da nossa amizade… sempre achei estranho o que
eu sentia pelo Pedro…
-O que é que se passa? – perguntou-me.
-Hã? Nada, porquê?
-O que é que se passa? – perguntou-me.
-Hã? Nada, porquê?
-Parecias pensativa.
-Estava a pensar que hoje vai ser o
meu primeiro dia de aulas.
-Ah! Pois é! Eh, eh, vais gostar, vais
ver! – sorriu.
-Só se me deres um beijinho de bons
dias!
-‘Tá bom! – respondeu e deu-me o beijo
que tinha pedido.
-Assim já gosto! Ah ah!
Levantamo-nos e o Diogo foi preparar o
pequeno-almoço já que eu tinha de me despachar mais cedo por causa das minhas aulas
extras. Sai da casa-de-banho e disse:
-Já podes. ‘Brigada por me teres
preparado o pequeno-almoço! É o quê?
-Sangue e pão simples, vais ter de te
habituar a comer poucas coisas do que comias quando pensavas que eras humana a
100%.
-Ok… mas acho que vou ficar com fome.
– resmunguei.
-Não te preocupes se ficares, falas
comigo que eu arranjo qualquer coisa.
-És mesmo um fofo! Obrigadaa!
-Ah ah! Agora quero eu o beijinho!
-Ah ah! ‘Tá bom, ‘tá bom! – dei-lhe um
beijo. – Já está!
-Não, não, ainda falta outro! – a
apontar o dedo no lado oposto da cara onde lhe dei um beijo.
-Ah! Seu atrevido! O que é que me acontece se eu não te der? – perguntei e fiz a minha típica cara de gozo.
-Ah! Seu atrevido! O que é que me acontece se eu não te der? – perguntei e fiz a minha típica cara de gozo.
-Faltas há tua primeira aula!
-Não serias capaz! – disse.
-Tens a certeza? – perguntou.
-Não!
-Ah ah! Tu não existes! Ah ah!
-‘Brigados!
Ah ah ah!
-Vá lá despacha-te! Senão chegas
atrasada!
-Ó pá! Está bem!
Aproximei-me e agarrei a cara dele e
dei-lhe um beijo na boca. E eu estava certa a pessoa de quem eu gostava mesmo
era o Diogo. Afastei-me agarrei na minha mala, fui até à porta abri-a olhei
para o Diogo sorri e disse:
-Até logo! Tchau!
-Adeus… - ele não estava mesmo há
espera, ficou ali especado a ver-me sair do quarto.
Para uma primeira aula a ver as minhas
capacidades físicas acho que até correu bem! As aulas tinham a mesma duração
das aulas de escola normal, os 90 minutos que nunca mais pareciam acabar…
Só
conseguia pensar em duas coisas, no Diogo e no que será que me vou tornar
depois de conseguir utilizar os meus poderes… Ainda me é difícil aceitar o
facto de os meus pais adoptivos, que achava que eram os meus pais biológicos,
estão mortos...
No
entanto, aceitei muito bem, até demasiado bem, a morte de Pedro e daquela
rapariga da casa-de-banho da estação de gasolina. Mas eu agora só queria estar
com o Diogo!
-Olá!
– disse Inês.
-Ah!
Olá! Ah ah! – respondi e tendo quase um mini ataque cardíaco.
-Então,
já tiveste a tua primeira aula não foi?
-Sim.
-Como
é que correu? – perguntou.
-Correu
bem, acho eu. Foi uma espécie de diagnóstico da minha aptidão física. –
respondi.
-Pois.
Se tivesses vindo desde o início das aulas terias de passar pelo mesmo, ah ah!
Mas não terias aulas extras. Vais ter o quê, agora?
-Ainda
não sei… Só consegui decorar a sala. Ah ah! – disse envergonhada.
-Ah
ah, não faz mal! Ah ah! – riu, eu pensava que ela ia ralhar comigo. –Bem, tenho
de ir, vai lá para a tua aula para não chegares atrasada! – despediu-se.
-Sim!
Tchau! – despedi-me.
Fui até à sala de aula, entrei na sala e reparei que na minha turma não tinha o Diogo como colega… também já devia de estar há espera ele está nesta escola há muito mais tempo do que eu, é normal que não esteja nas turmas dos primeiros anos. Mas pronto. Sentei-me à frente, na primeira carteira da fila da direita. E consegui ter uma primeira luz da turma… vou ter muitos problemas… Porquês? Porque as raparigas são convencidas e parvas e etc. e os rapazes têm aquela estupidez própria de um rapaz normal, são rapazes…!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Vingança - Apresentação
Vingança
O meu pai era soldado e foi morto fora de serviço enquanto voltava a casa. Foi morto por uma assassina profissional que foi contratada por um velho inimigo que tinha.
Essa pessoa é Sara Santos, Sara tinha uma paixão pelo meu pai desde o Liceu, mas o meu pai sempre teve apaixonado pela minha mãe, e nunca deu corda a Sara, até que um dia Sara convida o meu pai para sair, ele ia dizer que não, mas Sara não o deixou responder e combinou as coisas como se ele tivesse aceitado, ele decidiu ir ter com ela, como ela tinha combinado, para lhe dizer que já tinha coisas combinadas antes de ela o convidar e que não podia estar com ela. E assim foi ele disse-lhe e ela como esperado não aceitou a notícia muito bem e desde ai ela tornou o seu amor em ódio e desde esse dia quis vingança pelo o que o meu pai lhe fez. E é por isso que eu quero vingança pelo o que ela fez ao meu pai! E vou pô-la na prisão, claro que queria que a minha vingança fosse mais justa, mas eu sei que o meu pai não quereria que eu o fizesse e não vou desperdiçar a minha liberdade por causa de uma maluca!
E é aqui que a minha aventura começa!
Fiz este pequeno texto como uma espécie de resumo. Desta vez a história não vai ser tão grande como "Uma Nova Experiência", estou ansiosa por começar a escrever o 1º capítulo e espero que vocês estejam ansiosos também por o ler! Fiquem atentos! =D
O meu pai era soldado e foi morto fora de serviço enquanto voltava a casa. Foi morto por uma assassina profissional que foi contratada por um velho inimigo que tinha.
Essa pessoa é Sara Santos, Sara tinha uma paixão pelo meu pai desde o Liceu, mas o meu pai sempre teve apaixonado pela minha mãe, e nunca deu corda a Sara, até que um dia Sara convida o meu pai para sair, ele ia dizer que não, mas Sara não o deixou responder e combinou as coisas como se ele tivesse aceitado, ele decidiu ir ter com ela, como ela tinha combinado, para lhe dizer que já tinha coisas combinadas antes de ela o convidar e que não podia estar com ela. E assim foi ele disse-lhe e ela como esperado não aceitou a notícia muito bem e desde ai ela tornou o seu amor em ódio e desde esse dia quis vingança pelo o que o meu pai lhe fez. E é por isso que eu quero vingança pelo o que ela fez ao meu pai! E vou pô-la na prisão, claro que queria que a minha vingança fosse mais justa, mas eu sei que o meu pai não quereria que eu o fizesse e não vou desperdiçar a minha liberdade por causa de uma maluca!
E é aqui que a minha aventura começa!
Fiz este pequeno texto como uma espécie de resumo. Desta vez a história não vai ser tão grande como "Uma Nova Experiência", estou ansiosa por começar a escrever o 1º capítulo e espero que vocês estejam ansiosos também por o ler! Fiquem atentos! =D
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Uma Nova Experiência
11º Capítulo
Acordei estava no sofá, com a televisão ainda ligada. O Diogo estava ao meu lado, ainda estava a dormir. Tirei, delicadamente, a cabeça dele do meu ombro, desliguei a televisão, levantei-me e fui para a casa-de-banho. Tomei um duche rápido, vesti-me e fui para a cozinha, olhei para o relógio e eram 13 horas da tarde! Saí da cozinha e fui até o sofá.
-Diogo. Acorda. - sussurrei.
-Só mais 5 minutos...! - pediu.
-Diogo! Acorda, pá! - gritei ao ouvido dele.
-Ah! Bolas, Rita! A sério?! Tinhas de me acordar assim?!
-Desculpa... Mas tinha de te acordar depressa, já são 13 horas. - disse com cara de inocente.
-O quê?! Já, temos de nos despachar! Já trocaste de roupa?
-Sim, já tomei banho e tudo. Só falta tomar o pequeno-almoço. Queres o quê?
-Dá-me só a garrafa com uma etiqueta que tem o meu nome, que está no frigorífico, obrigada! - disse enquanto entrava na casa-de-banho.
-Ok.
Fiz como ele disse e fui-lhe buscar a tal garrafa. Ao abrir o frigorífico reparei que havia outra igual mas com o meu nome. Agarrei na garrafa do Diogo e por curiosidade agarrei também na outra garrafa com o meu nome. Decidi esperar que ele se despacha-se e me dissesse o que tem a garrafa.
-Não olhes para aqui! - ordenou.
-Hã? Está bem. - respondi confusa e virei me para a parede que estava atrás de mim.
-Espera um pouco.
-Ok... Diogo o que é se passa?
-Nada! Eu é que me esqueci de tirar a roupa antes de ir para a casa-de-banho. É que eu estou habituado a vestir-me fora da casa-de-banho.
-Ah, ah! Ok! - ri-me.
-Pronto, já está! Então ainda não comeste?
-Não, estava à tua espera.
-Não era preciso! Mas obrigado.
-Já agora, o que é isto? - apontei para a garrafa.
-É sangue sintético.
-Hum... ok.
-É bom, é um pouco deslavado em comparação com o verdadeiro, mas é bom.
-Fixe. - como não sabia o que dizer então só disse "fixe" foi estúpido, mas pronto.
Abrimos as garrafas e bebemos. Era bom, mas realmente não tinha comparação com o verdadeiro.
-Bem, temos até às 18 horas para te mostrar a escola. - disse ele.
-Não deve demorar muito. - disse
-Pois... Não, vai demorar imenso tempo! Esta escola é maior do que parece, acredita! Mas se não conseguirmos ver tudo até às 18 horas à noite continuamos.
-Tens a certeza de que podemos ver a escola durante a noite?
-Sim! É na boa!
-Ok, se tu o dizes.
-Vamos?
-Sim.
Saí-mos do quarto e fomos para o elevador. Mas havia uma discussão entre dois rapazes. O Diogo empurrava-me para a parede e parecia preocupado. Ainda pensei em perguntar-lhe o que se passava, mas achei que era melhor ideia perguntar-lhe no elevador.
Estávamos já à espera do elevador, quando os ânimos lá atrás se acalmaram. A porta do elevador abriu e entramos os dois nele. A porta fechou íamos para o rés-do-chão.
-Porque estavas tão assustado, quando passamos por aqueles rapazes? - perguntei.
-Porque uma briga entre dois vampiros pode se tornar muito perigosa... ainda não aprendeste a dominar os teus poderes, como controlar-te e como transformar-te, certo? - ele estava muito sério o que me assustou um pouco
-Sim...
-Não te preocupes vais ter aulas à parte.
-Boa...
-O que é?
-Não é nada...! É que eu ainda não me habituei ao facto de eu ser um vampiro, quer dizer, meio-vampiro... Está a ser um pouco difícil de me habituar à ideia...
-É um pouco difícil ao início, mas depois acabas por te habituar!
-Sim, espero bem que seja o mais sedo possível!
Ele esboçou um sorriso.
-Somos tipo melhores amigos, né? - perguntou-me.
-Sim. - respondi. - Porquê?
-Se eu te dissesse que talvez sentisse alguma coisa por ti, como reagias?
-Bem... não sei, acho que ficava surpreendida e dizia-te para não te preocupares, porque isso não mudava nada... Porque eu gosto de ti como se fosses meu irmão, Diogo...
-Tens a certeza de que não mudaria nada?
-Não. - disse.
-Ok... Então, vou dizer na mesma, já sabes, mas vou dizer na mesma!
Respirou fundo e ...
-Não tenho a certeza ainda, mas acho que gosto de ti, Rita. Gosto de ti por amor, por amizade e como irmão... Mas acima de tudo gosto de ti por amor.
-Desculpa, Diogo... É como eu tinha dito antes. És como um irmão para mim. E vamos continuar a ser melhores amigos como sempre o fomos e o que sentes por mim, não vai mudar nada! - sorri e abracei o meu amigo para o confortar.
E choramos os dois, sabíamos que o que eu dizia não era verdade... Não dissemos muita coisa depois de sairmos do elevador, ele mostrou-me a escola, voltamos para o quarto e jantamos. Depois do jantar já falávamos um pouco mais... Mas nessa noite era como se não houvesse ninguém no quarto... Fiquei triste, mas disse para mim mesma que no dia seguinte não seria assim!
Acordei estava no sofá, com a televisão ainda ligada. O Diogo estava ao meu lado, ainda estava a dormir. Tirei, delicadamente, a cabeça dele do meu ombro, desliguei a televisão, levantei-me e fui para a casa-de-banho. Tomei um duche rápido, vesti-me e fui para a cozinha, olhei para o relógio e eram 13 horas da tarde! Saí da cozinha e fui até o sofá.
-Diogo. Acorda. - sussurrei.
-Só mais 5 minutos...! - pediu.
-Diogo! Acorda, pá! - gritei ao ouvido dele.
-Ah! Bolas, Rita! A sério?! Tinhas de me acordar assim?!
-Desculpa... Mas tinha de te acordar depressa, já são 13 horas. - disse com cara de inocente.
-O quê?! Já, temos de nos despachar! Já trocaste de roupa?
-Sim, já tomei banho e tudo. Só falta tomar o pequeno-almoço. Queres o quê?
-Dá-me só a garrafa com uma etiqueta que tem o meu nome, que está no frigorífico, obrigada! - disse enquanto entrava na casa-de-banho.
-Ok.
Fiz como ele disse e fui-lhe buscar a tal garrafa. Ao abrir o frigorífico reparei que havia outra igual mas com o meu nome. Agarrei na garrafa do Diogo e por curiosidade agarrei também na outra garrafa com o meu nome. Decidi esperar que ele se despacha-se e me dissesse o que tem a garrafa.
-Não olhes para aqui! - ordenou.
-Hã? Está bem. - respondi confusa e virei me para a parede que estava atrás de mim.
-Espera um pouco.
-Ok... Diogo o que é se passa?
-Nada! Eu é que me esqueci de tirar a roupa antes de ir para a casa-de-banho. É que eu estou habituado a vestir-me fora da casa-de-banho.
-Ah, ah! Ok! - ri-me.
-Pronto, já está! Então ainda não comeste?
-Não, estava à tua espera.
-Não era preciso! Mas obrigado.
-Já agora, o que é isto? - apontei para a garrafa.
-É sangue sintético.
-Hum... ok.
-É bom, é um pouco deslavado em comparação com o verdadeiro, mas é bom.
-Fixe. - como não sabia o que dizer então só disse "fixe" foi estúpido, mas pronto.
Abrimos as garrafas e bebemos. Era bom, mas realmente não tinha comparação com o verdadeiro.
-Bem, temos até às 18 horas para te mostrar a escola. - disse ele.
-Não deve demorar muito. - disse
-Pois... Não, vai demorar imenso tempo! Esta escola é maior do que parece, acredita! Mas se não conseguirmos ver tudo até às 18 horas à noite continuamos.
-Tens a certeza de que podemos ver a escola durante a noite?
-Sim! É na boa!
-Ok, se tu o dizes.
-Vamos?
-Sim.
Saí-mos do quarto e fomos para o elevador. Mas havia uma discussão entre dois rapazes. O Diogo empurrava-me para a parede e parecia preocupado. Ainda pensei em perguntar-lhe o que se passava, mas achei que era melhor ideia perguntar-lhe no elevador.
Estávamos já à espera do elevador, quando os ânimos lá atrás se acalmaram. A porta do elevador abriu e entramos os dois nele. A porta fechou íamos para o rés-do-chão.
-Porque estavas tão assustado, quando passamos por aqueles rapazes? - perguntei.
-Porque uma briga entre dois vampiros pode se tornar muito perigosa... ainda não aprendeste a dominar os teus poderes, como controlar-te e como transformar-te, certo? - ele estava muito sério o que me assustou um pouco
-Sim...
-Não te preocupes vais ter aulas à parte.
-Boa...
-O que é?
-Não é nada...! É que eu ainda não me habituei ao facto de eu ser um vampiro, quer dizer, meio-vampiro... Está a ser um pouco difícil de me habituar à ideia...
-É um pouco difícil ao início, mas depois acabas por te habituar!
-Sim, espero bem que seja o mais sedo possível!
Ele esboçou um sorriso.
-Somos tipo melhores amigos, né? - perguntou-me.
-Sim. - respondi. - Porquê?
-Se eu te dissesse que talvez sentisse alguma coisa por ti, como reagias?
-Bem... não sei, acho que ficava surpreendida e dizia-te para não te preocupares, porque isso não mudava nada... Porque eu gosto de ti como se fosses meu irmão, Diogo...
-Tens a certeza de que não mudaria nada?
-Não. - disse.
-Ok... Então, vou dizer na mesma, já sabes, mas vou dizer na mesma!
Respirou fundo e ...
-Não tenho a certeza ainda, mas acho que gosto de ti, Rita. Gosto de ti por amor, por amizade e como irmão... Mas acima de tudo gosto de ti por amor.
-Desculpa, Diogo... É como eu tinha dito antes. És como um irmão para mim. E vamos continuar a ser melhores amigos como sempre o fomos e o que sentes por mim, não vai mudar nada! - sorri e abracei o meu amigo para o confortar.
E choramos os dois, sabíamos que o que eu dizia não era verdade... Não dissemos muita coisa depois de sairmos do elevador, ele mostrou-me a escola, voltamos para o quarto e jantamos. Depois do jantar já falávamos um pouco mais... Mas nessa noite era como se não houvesse ninguém no quarto... Fiquei triste, mas disse para mim mesma que no dia seguinte não seria assim!
domingo, 13 de maio de 2012
Falta pouco!!
O 11º Capítulo está quase a chegar!!!
Só falta acabar de passar para o computador um pouco da história, prometo que na terça-feira o capítulo já estará publicado!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Uma Nova Experiência
10º Capítulo
Se o Diogo era o rapaz que estava na carrinha, então...
-Ah! Cá está ele! O que é que aconteceu? Estás atrasado, miúdo! - a Inês estava com um sorriso de orelha a orelha.
-Desculpa! Não consegui convence-los a voltar para casa e pararem de te procurar - dito isto, virou-se para mim e suspirou de cansaço - nem imaginas o que corremos, até entrares para dentro da carrinha. O Carlos e a Matilde queriam procurar-te num raio de dois ou três quilómetros do sítio de onde te perdemos de vista.
Não tinha a certeza se deveria pedir desculpas ou responder-lhe mal.., por isso, optei por ficar calada e desviar o olhar.
-Olha, desculpa Rita. Por te ter posto naquela situação, mas não tínhamos escolha... Nós só vimos uma maneira para fazer isto... Nós queríamos-te na escola, nós queremos proteger-te, eu quero proteger-te e também queremos proteger os outros... Desculpa... por favor. Eu não te queria magoar... nós só queríamos o melhor para ti.
-Porque não me disseram logo? Eu matei um pessoa! Era mesmo necessário, para saber a verdade?
-Nós pensámos que não irias acreditar...
-Tentavam na mesma!
-Desculpa... Rita, perdoa-me, perdoa-nos...
-Não sei, eu não sei o que eu devo fazer... se devo perdoar ou não...
-Perdoa! E vamos tentar esquecer que isto aconteceu!
-Como é que queres que eu esqueça!? Eu matei a pessoa de quem eu gostava! E só mais tarde, soube... que ele também gostava de mim!
Ele não disse nada, mas dava para ver que estava transtornado. Tentou dizer qualquer coisa, mas conteve-se.
-Acho que é melhor nós sairmos, para vocês conversarem melhor... - disse Inês, dando sinal às outras quatro pessoas que estavam à entrada do quarto 6.09. Assim que saíram, ela fechou a porta. O Diogo sentou-se no sofá e colocou a sua cabeça sobre as palmas das suas mãos que se apoiavam com os cotovelos nos joelhos. Sentei-me ao lado dele e peguei na mão dele e disse:
-Se calhar é melhor esquecer-mos isto, como disseste... Acho que não vale a pena, nós sempre fomos muito próximos e não vamos estragar isso, ok? - eu só queria desatar a chorar, mas não podia, tinha de o apoiar.
-Obrigado... Mas não és tu que me devias estar a consolar, supostamente eu é que tu deveria estar a fazer.
-Eu sei, mas neste momento acho que é a ti que eu devo estar atenta e não a mim. Eu quero ajudar-te.
Ele olhou para mim e sorriu, os seus olhos pareciam que penetravam os meus.
-Queres ver um pouco de televisão, para nos ajudar a esquecer isto tudo? Sabes quantos canais isto tem? - disse tentando desviar o assunto e alegrar o meu amigo.
-Pode ser, acho que tem uns 100 canais.
-Hum... vamos ver onde está a Sic Radical, já são onze da noite, deve estar a dar alguma coisa porca, o que te vai alegrar, hã?
-Tens a certeza? Vê lá se depois não vais a correr para a casa-de-banho vomitar!
Começámos a rir e eu finalmente encontrei o canal.
-Como era de esperar cá está! Cenas porno!
-Olha... - dando-me um encontrão fraquinho.
-O que é?
-Não queres ver outra coisa? Uma série para rir, por exemplo?
-Se calhar é melhor... não estou a gostar nada desta cena... - ele olhou para a minha cara de nojo e riu-se.
-É melhor mudares, vai ficar ainda pior.
-A sério? Como é que vocês conseguem ver isto?
-Isso agora...!
-Ó meu Deus, que nojo!
-Dá cá o comando, eu mudo!
-Ó meu... obrigada!
-Hum... para mim tu estavas a gostar...
-Quê!?
-Sim, nunca mais mudavas de canal!
-Deve ser, deve!
Desta vez as gargalhadas foram mais altas. Ficámos os dois a ver a série de comédia, a mais estúpida que eu já vi, no intervalo fui preparar umas sandes mistas com batatas fritas e o Diogo foi procurar um tabuleiro e uma manta.
Quando a comédia acabou já estávamos a dormir e eu estava contente... e ansiosa pelo dia de amanhã!
Se o Diogo era o rapaz que estava na carrinha, então...
-Ah! Cá está ele! O que é que aconteceu? Estás atrasado, miúdo! - a Inês estava com um sorriso de orelha a orelha.
-Desculpa! Não consegui convence-los a voltar para casa e pararem de te procurar - dito isto, virou-se para mim e suspirou de cansaço - nem imaginas o que corremos, até entrares para dentro da carrinha. O Carlos e a Matilde queriam procurar-te num raio de dois ou três quilómetros do sítio de onde te perdemos de vista.
Não tinha a certeza se deveria pedir desculpas ou responder-lhe mal.., por isso, optei por ficar calada e desviar o olhar.
-Olha, desculpa Rita. Por te ter posto naquela situação, mas não tínhamos escolha... Nós só vimos uma maneira para fazer isto... Nós queríamos-te na escola, nós queremos proteger-te, eu quero proteger-te e também queremos proteger os outros... Desculpa... por favor. Eu não te queria magoar... nós só queríamos o melhor para ti.
-Porque não me disseram logo? Eu matei um pessoa! Era mesmo necessário, para saber a verdade?
-Nós pensámos que não irias acreditar...
-Tentavam na mesma!
-Desculpa... Rita, perdoa-me, perdoa-nos...
-Não sei, eu não sei o que eu devo fazer... se devo perdoar ou não...
-Perdoa! E vamos tentar esquecer que isto aconteceu!
-Como é que queres que eu esqueça!? Eu matei a pessoa de quem eu gostava! E só mais tarde, soube... que ele também gostava de mim!
Ele não disse nada, mas dava para ver que estava transtornado. Tentou dizer qualquer coisa, mas conteve-se.
-Acho que é melhor nós sairmos, para vocês conversarem melhor... - disse Inês, dando sinal às outras quatro pessoas que estavam à entrada do quarto 6.09. Assim que saíram, ela fechou a porta. O Diogo sentou-se no sofá e colocou a sua cabeça sobre as palmas das suas mãos que se apoiavam com os cotovelos nos joelhos. Sentei-me ao lado dele e peguei na mão dele e disse:
-Se calhar é melhor esquecer-mos isto, como disseste... Acho que não vale a pena, nós sempre fomos muito próximos e não vamos estragar isso, ok? - eu só queria desatar a chorar, mas não podia, tinha de o apoiar.
-Obrigado... Mas não és tu que me devias estar a consolar, supostamente eu é que tu deveria estar a fazer.
-Eu sei, mas neste momento acho que é a ti que eu devo estar atenta e não a mim. Eu quero ajudar-te.
Ele olhou para mim e sorriu, os seus olhos pareciam que penetravam os meus.
-Queres ver um pouco de televisão, para nos ajudar a esquecer isto tudo? Sabes quantos canais isto tem? - disse tentando desviar o assunto e alegrar o meu amigo.
-Pode ser, acho que tem uns 100 canais.
-Hum... vamos ver onde está a Sic Radical, já são onze da noite, deve estar a dar alguma coisa porca, o que te vai alegrar, hã?
-Tens a certeza? Vê lá se depois não vais a correr para a casa-de-banho vomitar!
Começámos a rir e eu finalmente encontrei o canal.
-Como era de esperar cá está! Cenas porno!
-Olha... - dando-me um encontrão fraquinho.
-O que é?
-Não queres ver outra coisa? Uma série para rir, por exemplo?
-Se calhar é melhor... não estou a gostar nada desta cena... - ele olhou para a minha cara de nojo e riu-se.
-É melhor mudares, vai ficar ainda pior.
-A sério? Como é que vocês conseguem ver isto?
-Isso agora...!
-Ó meu Deus, que nojo!
-Dá cá o comando, eu mudo!
-Ó meu... obrigada!
-Hum... para mim tu estavas a gostar...
-Quê!?
-Sim, nunca mais mudavas de canal!
-Deve ser, deve!
Desta vez as gargalhadas foram mais altas. Ficámos os dois a ver a série de comédia, a mais estúpida que eu já vi, no intervalo fui preparar umas sandes mistas com batatas fritas e o Diogo foi procurar um tabuleiro e uma manta.
Quando a comédia acabou já estávamos a dormir e eu estava contente... e ansiosa pelo dia de amanhã!
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